A esfera nos meus dedos É a brasa da partida. Algo arremessou-se Em vertiginosa saída. Só me resta esperar: O desgastar insólito Desse desejo informe. Um bólido natural Em vôo embebecido. Nos olhos admiro, Meu peito não vencido Meu peito não cansado. A espera faz-me imóvel Esfera.